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1 Nov 2017
A felicidade que perdura
Homilia na Solenidade de Todos os Santos
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O apóstolo Mateus inicia a narração de um dos episódios mais marcantes da vida pública de Jesus com uma fórmula curiosa. “Naquele tempo, ao ver as multidões, Jesus subiu ao monte… e começou a ensinar” (Mt 5,1). Um tempo indefinido e um conjunto de rostos anónimos. Poderia perfeitamente ser o nosso tempo e o nosso nome ou o nosso rosto. Compreendemos, assim, que os ensinamentos de Jesus ultrapassam a barreira do tempo e oferecem respostas às nossas próprias questões.

Estar integrado numa comunidade é, ao mesmo tempo, desenvolver a capacidade de fazer memória. De saber que alguém que nos precedeu apresentou-nos Cristo, trouxe-nos à Igreja e ensinou-nos a rezar. Apesar de a comemoração dos todos os fiéis ser apenas amanhã, gostaria de aproveitar esta oportunidade para rezarmos e fazermos memória, em comunidade, de todos os nossos familiares e amigos que faleceram. Também eles são os santos que nos precederam.

A eternidade, na qual vivem todos os santos, é a alegria eterna. Como nos lembrava o Papa Bento XVI, a eternidade cria em nós um momento de apaziguamento, um momento onde a totalidade nos abraça e nós abraçamos a totalidade, um momento onde mergulhamos no eterno amor de Deus.

Que os Todos os Santos intercedam por nós e que Maria caminhe ao nosso lado, mostrando-nos o caminho da felicidade através da entrega ao bem comum, da entrega a Deus e do cuidado de nós próprios.

† Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz

 

Pode descarregar abaixo o PDF da homilia na íntegra.

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