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DACS | 14 Nov 2017
Um dia será o último. Se fosse hoje, estaria preparado?
Papa Francisco interpelou fiéis durante Ângelus do último Domingo, dia 12 de Novembro.
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No passado Domingo, e face à leitura do Evangelho do dia, o Papa Francisco questionou: “Um dia será o último. Se fosse hoje, estaria preparado?”.

O Evangelho (Mt 25, 1-13) revela a condição de entrada no Reino dos Céus através da parábola das Dez Virgens, as madrinhas que foram encarregadas de acomodar e acompanhar o noivo, como era habitual na época.

A parábola diz que cinco dessas virgens são sábias e cinco imprudentes: as primeiras levaram o óleo para as lâmpadas, enquanto as imprudentes. O noivo está atrasado e todas adormecem. À meia-noite é anunciada a chegada do noivo. As virgens imprudentes percebem então que não têm óleo para as lâmpadas e pedem-no emprestado às sábias. Mas estas explicam que não o podem dar porque não será suficiente para todos. As imprudentes vão procurar óleo enquanto o noivo chega e entra para a sala de banquetes com as outras jovens, fechando a porta atrás de si,, o groom chega; As virgens sábias entram com ele na sala de banquetes e a porta está fechada. As cinco imprudentes chegam tarde, batem à porta, mas o noivo diz que não as conhece.

“O que quer Jesus quer ensinar-nos com esta parábola? Lembra-nos que devemos encontrar-nos com Ele. Muitas vezes, no Evangelho, Jesus exorta-nos a vigiar, tal como faz no final desta história. Ele diz-nos: «Vigiai, porque não sabeis nem o dia nem a hora». Mas, com esta parábola, diz-nos que estar de vigia não significa apenas não dormir, mas estar preparado. De facto, todas as virgens dormem antes de o noivo chegar, mas ao despertar, algumas estão prontas e outras não. Aqui reside o significado de ser sábio e prudente: não é esperar pelo último momento da nossa vida para cooperar com a graça de Deus, mas fazê-lo de agora em diante. Seria bom pensar um pouco: um dia será o último. Se fosse hoje, como estaria preparado? Tenho que fazer isto, isto e aquilo... Prepare-se como se fosse o último dia: isso é bom”, explicou o Papa.

O Pontífice explicou que a lâmpada é o símbolo da fé que ilumina as vidas dos cristãos, enquanto o petróleo é o símbolo da caridade que alimenta e torna a luz da fé frutífera e credível.


“A condição para a reunião para estar pronto com o Senhor não é só a fé, mas a vida cristã plena de amor e caridade para com os outros. Se nos deixarmos guiar pelo que parece mais confortável, a partir dos nossos interesses, a nossa vida torna-se estéril, incapaz de dar vida aos outros, não sendo capaz de acumular qualquer petróleo para a lâmpada da fé. E, assim, a fé será extinguida no momento da vinda do Senhor, ou mesmo mais cedo. Se formos vigilantes e tentarmos fazer o bem, com gestos de amor, partilha e serviço aos necessitados, poderemos manter a calma enquanto aguardamos a vinda do noivo. O Senhor poderá vir a qualquer momento, e até mesmo o sono da morte não nos assusta porque temos a reserva de petróleo acumulada com as boas obras de todos os dias. A fé inspira caridade e a caridade mantém a fé”, adiantou, durante o Ângelus.

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Palavras-Chave:
Papa Francisco  •  Ângelus  •  Caridade  • 
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