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Boletim Paroquial
Boletim 369 - II Domingo da Quaresma - Ano A - 08-03-2020
Crónica para a Solenidade da Assunção da Virgem Santa Maria - 15 de Agosto de 2020

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ASSUNÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA

«Donde me é dado que venha ter comigo a Mãe do meu senhor?»
2020

Falar de Maria, Nossa Mãe, é impossível… é uma graça sem igual!
Não há adjectivo… não há verbo… não há outro nome… que pode qualificar, demonstrar, nem quantificar, o bem que Maria faz à humanidade.
A humildade com que Nossa Senhora viveu aqui na terra, eleva cada minuto do Seu viver…
O Seu firme “ Sim !” revela-se no Rosto de Deus.
No coração habita cada Palavra de Jesus, do Menino Rei que carregou no Seu ventre.
Os Seus passos abriram caminhos destemidos, que nos mostram o projeto que o Senhor tem para cada um de nós.
Os Seus amorosos braços, sempre aberta, aprendizagem ao nosso encontro e trazem-nos Paz, Fé, Esperança e Amor.
Maria é uma mulher, uma Menina Moça, que agarra com todas as opções o chamamento do Pai.
Sem medo, transforma toda a Sua vida num sinal grandioso, aos olhos de quem tem Fé!
É a Rainha dos Céus que nos arrebata do pecado e nos encaminhamos um percurso onde Deus é o único que nos enche de entusiasmo e alegria.
É a Senhora da Vida que nos oferece o Seu amado Filho, para que a morte seja destruída e a Ressurreição surja como meta que cada um de nós quer alcançar.
Hoje, celebramos a Assunção da Virgem Santa Maria ao Céu, em corpo e Alma.
Haverá mais algum ser humano que mereça tal recompensa?
Jesus, que nos promete um lugar no dia da Sua Ascensão, vem com os Seus Anjos e faz com que Sua Mãe seja Assumpta, para que tudo em Maria seja digno de ser imitado.
A liturgia deixa claro que ser como Maria é como ter “ bichos-carpinteiros ”:
«Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se apressadamente para a montanha…»
A Sua pequenez torna-A grande em cada gesto de disponibilidade e serviço.
e… de uma mulher brota a santidade!
Somos Filhos e Filhas de Maria…
É nossa criação de fazer a alegria exultar no seio de cada criatura de Deus.
Entoar a cada manhã o Magnificat e aceitar a cruz que nos dá a salvação é um porto seguro.
Ouvir a dureza das Palavras de Deus e fazer com que delas brote Amor, é aceitar os desígnios divinos.
Estar atento à tristeza de quem nos rodeia, levar o alento e o afago, é um milagre que sai das nossas mãos.
Acolher não rega o corpo morto de um filho, é dor que se transforma em bálsamo.
Cumprir a vontade do Pai, sem hesitar, sem questionar, sem duvidar, é possuir um GPS de última geração.
Partir em missão e anunciar que Cristo ressuscitou, é dar sentido à vida!
Tudo isto e muito mais é Maria! Sem grandes discursos… com fortes atitudes! Hoje, é urgente ficar de olhos postos no Céu e pés bem firmes na Terra…
Deixar rolar uma lágrima, quando a mágoa nos avassala…
Guardar no coração a imagem de Nossa Senhora e… colocarmo-nos a caminho!
Então, como Maria, seremos Bem-Aventurados…

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Padre Duarte Nuno | Póvoa de Varzim| 8 Mar 2020
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«Escutai-O!»
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O TEMPO DO CORAÇÃO

Um dos verbos mais utilizados em toda a Bíblia é «escutar». Desde o início, o Povo de Deus pensou-se a si próprio como comunidade de escuta. Se há uma representação que exprime com fidelidade o que o Povo de Deus faz, quando se congrega ou quando caminha ao longo da história, é a premissa do verbo escutar. Para escutar temos, talvez, de silenciar a voz indistinta que nos captura, emudecer o rumor, fazer calar as resistências interiores que são muitas vezes uma concha que blinda a vida e não permitem à beleza da Palavra revelar-se. Também na regra de São Bento há uma expressão essencial, se queremos perceber como se ativa uma escuta autêntica: «abre o ouvido do teu coração». Quer dizer: a escuta não se faz apenas com o ouvido exterior, mas com o sentido do coração. A escuta não é apenas a recolha do discurso verbal. Antes de tudo é atitude, é inclinar-se para o outro, é confiar-lhe a nossa atenção, é disponibilidade para acolher o dito e o não dito, o entusiasmo da história ou a sua dor mais ou menos sussurrada, o sentimento de plenitude ou de frustração. E fazer isto sem paternalismos e sem cair na tentação de se substituir ao outro. Ouvir é oferecer um ombro, onde o outro possa colocar a mão, para rapidamente se levantar.

 

COMUNIDADO – Normas da Conferência Episcopal Portuguesa

“Perante a situação que estamos a viver em todo o mundo, motivada pelo coronavírus COVID-19, apelamos à serenidade e ao incremento da prevenção nos cuidados de higiene. Nesse sentido, convidamos a seguir estritamente as indicações e normas da Direção Geral de Saúde. Como em situações semelhantes e em sintonia com outras conferências episcopais e dioceses, e para evitar situações de risco, recomendamos algumas medidas de prudência nas celebrações e espaços litúrgicos, como, por exemplo,

a comunhão na mão, a comunhão por intinção dos sacerdotes concelebrantes, a omissão do gesto da paz e o não uso da água nas pias de água benta.


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