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Departamento para a Pastoral Vocacional | 22 Mai 2019
Passos e compassos, caminho e música… Arriscar, trilhar e cantar o ‘sonho maior’ da Vocação, ao som da cantora Cuca Roseta!
Ainda no rescaldo da Peregrinação Vocacional realizada no passado dia 18 de Maio.
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Passo a passo, o caminho vai-se descobrindo e trilhando. Compasso a compasso, a música vai-se compondo e cantando. Dia a dia, coragem e risco, a vida vai-se tecendo, o ‘sonho maior’ vai-se desenhando, a vocação vai-se discernindo… E, de novo, os pés se fazem ao caminho, guiados e impelidos por outros pés, chamados a ir ao encontro de outros corações e outras vidas, atados por nós de amor, para que no concerto que embrulha e encanta a noite se possa escutar a melodia da esperança que canta a festa da vida e de novo ensaia, inventa e ousa um sonho mais audaz de doação e serviço, uma felicidade sem par e sem fim!

Assim aconteceu no passado dia 18 de maio, no Arciprestado de Vila do Conde e Póvoa de Varzim, com mais de um milhar de jovens a peregrinar pelas vocações, numa tarde de oração, reflexão e partilha, que culminou depois com uma noite de cariz cultural, ao som de Cuca Roseta, entre outros, que marcou o encerramento do programa de iniciativas traçado pelo Departamento para a Pastoral das Vocações da Arquidiocese de Braga para assinalar e celebrar a Semana de Oração pelas Vocações deste ano.

O caminho a palmilhar foi pretexto e desafio. Afinal, há distâncias que não se podem temer e que precisam ser vencidas! Há riscos que precisam de ser corridos e assumidos para não cairmos no risco de uma vida inerte, desprovida de sentido e de fulgor! Uma palavra e mais outra, uma oração, um grito, mais um cântico e ganha-se um novo fôlego… um pé, outro pé, mãos que se ajudam, que se dão e que se tocam, sorrisos cúmplices que se contagiam, unidos n’Ele e por Ele, somos rede e abraço! Portadores de uma promessa, todos chamados para a Missão, superamos dificuldades e obstáculos, vencemos a “paralisia da normalidade”, adentramo-nos no “mar alto” da evangelização e lançamos corajosamente as redes para cumprir o mandato de Jesus – “Farei de vós pescadores de homens” (Mc 1, 17).

E quem assim arrisca é chamado a ser ‘pedra viva’, edificador da Igreja de Cristo Ressuscitado, partindo sem medo, com audácia e com paixão, para O levar e anunciar a todos, para que se vençam todas as distâncias e se reatem todos os nós da comunhão, coração a coração, para que todos façam da vida a festa da vocação.

Por isso, depois do caminho feito, a vida pôde descansar e deixar-se embalar. Cuca Roseta cantou a “Marcha da Esperança”, fazendo eco da jornada vivida e partilhada horas antes. E na delicadeza das cordas de uma guitarra, a vocação, arte sublime e expressão da beleza do Deus da alegria, é também música que se canta e que se reza. Em cada nota entoada ressoou a voz do Senhor Jesus que chama e diz “não tenhas medo de ser quem és”, “coragem”, “vai mais além”. O coração foi de novo interpelado - “ouve o que Ele tem para te contar” – e respondeu de mãos e olhos erguidos na sintonia deste silêncio pleno de graça. Em cada acorde, a cada canção, a vida reafirmou confiança n’Aquele a quem pertence e cantarolou “em Teus braços meu regaço”, para se ajoelhar e soltar a melodia de uma nova prece - “quero a Tua mão debaixo da minha cabeça”.

Sob o olhar terno da Mãe, a Virgem Maria, peregrina e sempre fiel, expresso no brilho cristalino do luar que iluminou a noite, alegramo-nos na certeza deste fado que destina o que somos para um horizonte mais largo e mais belo: “Foi Deus”. Foi Deus, é sempre Deus, quem nos conforta na certeza de que “há sempre acesa uma luz na escuridão”! É sempre Ele que opera em nós maravilhas, nos chama a um “desafio inédito” e nos promete o raiar de uma manhã perene e soalheira, plena de sonhos e de encantos, neste canto alegre que apetece dançar: “Não te deixes ensombrar. Ri-te e vem ver o Sol brilhar”!

Posto isto, eis os imperativos ecos que ressoam para lá da Semana de Oração pelas Vocações de 2019 na Arquidiocese de Braga: passo a passo, compasso a compasso, caminho e música… experimentemos “a coragem de arriscar pela promessa de Deus”. Façamos dos nossos dias uma tarde feliz de peregrinação e uma noite de música e de festa, que trilha e que canta um ‘sonho maior’, para que em cada amanhecer rezemos a vida e entoemos um hino à vocação: “Arrisca. Não te esqueças de amar”!

 

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