Arquidiocese de Braga -

2 março 2017

Ministros Extraordinários da Comunhão desafiados a ser testemunho ao serviço da Fé

Fotografia

Departamento Arciprestal da Comunicação Social

Formação decorreu ao longo de três encontros, congregando em Famalicão participantes provenientes das várias comunidades paroquiais do Arciprestado.

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Nos dias 22, 23 e 24 de Fevereiro os Ministros Extraordinários da Comunhão (MEC’s) provenientes das diferentes paróquias do Arciprestado de Vila Nova de Famalicão reuniram-se no Centro Pastoral de Famalicão para viverem um tempo privilegiado de formação e oração, tratando-se de uma iniciativa promovida pelo Arciprestado, que desafiou cada um a ser, no exercício do seu ministério, “um testemunho ao serviço da Fé”.

Assim, no primeiro encontro, decorrido entre as 21h15 e as 22h30, tal como os que se seguiram, depois das boas-vindas e da oração inicial, conduzidas pelo P.e Nuno Castro, Delegado Arciprestal da Pastoral Litúrgica, e pelo P.e Armindo Paulo Freitas, Arcipreste de Vila Nova de Famalicão, tomou a palavra o P.e Rui Sousa, Assistente do Departamento Arquidiocesano da Formação de Adultos, que focou a sua apresentação na “espiritualidade do MEC”. O orador salientou que “a espiritualidade cristã é a vida de cada baptizado, reconhecendo-se como filho de Deus, vivendo segundo o modelo de Jesus Cristo, deixando-se conduzir e animar pelo Espírito e comprometendo-se na comunidade cristã”. Posto isto, acrescentou que “a espiritualidade, isto é, a busca da intimidade com Deus, só pode ser uma experiência quotidiana, que toca as nossas relações pessoais, as nossas atitudes e a nossa vida de todos os dias, desafiando-nos a ser testemunho de Deus no meio do mundo”. Deste modo, e como concluiu, “só vivendo em oração, contemplando a Fé, o MEC pode viver o seu ministério de uma forma mais configurada com Cristo”.

Por sua vez, o segundo encontro incidiu sobre o tema “Para além de celebrar a Fé - Servir”, sendo conduzido pelo P.e Nuno Castro. Assim, depois de lembrar que “o MEC, como todo o baptizado, é chamado à vocação à santidade, ou seja, a ser ‘sal’ que dá sabor e ‘luz’ para mostrar a Luz, sem grande alarido, como pessoa disponível na sua comunidade”, o sacerdote apresentou os diferentes âmbitos de actuação que compõem a missão do MEC. Assim, este “tem por objectivo não só suprir uma necessidade da Igreja, ajudando a distribuir a Sagrada Comunhão na Eucaristia”, mas também um vasto leque de atitudes e tarefas que o colocam verdadeiramente “ao serviço”, tais como “assumir a identidade cristã e entranhar mais profundamente na comunidade a que pertence, cooperar, ajudar e apoiar os diferentes movimentos e grupos, viver comprometido com a vida dor irmãos, conhecer melhor a sua fé, crescer no dom de si mesmo, na espiritualidade eucarística, visando a transformação, visitar os doentes, presidir ao culto eucarístico na ausência do sacerdote, anunciar a Palavra de Deus”, entre outras.

No último dos três encontros os MEC’s reuniram-se na Igreja Nova Matriz de Vila Nova de Famalicão para uma Celebração Mariana, presidida pelo P.e Nuno Castro, onde a oração do terço, intercalada com cânticos, “ajudou cada um a experimentar um encontro mais íntimo com Jesus Cristo, mediado por Maria, de modo a reafirmar o seu compromisso de, como ela, contemplar a Fé, testemunhando-a por meio do ministério que exerce na sua paróquia”.