Arquidiocese de Braga -
3 março 2017
D. Jorge Ortiga presidiu à Sagração da restaurada Antiga Matriz de Famalicão
Departamento Arciprestal da Comunicação Social
Arcebispo interpelou fiéis a "caminhar norteados pela Palavra de Deus", para que todos sejam "verdadeiras pedras vivas, edificadores da Igreja de Cristo Jesus”.
No passado domingo, dia 26 de Fevereiro, a paróquia de Santo Adrião, Arciprestado de Vila Nova de Famalicão, viveu um dia particularmente festivo com a celebração da Sagração e inauguração da Antiga Matriz de Famalicão, depois de ter sofrido obras de restauro e reabilitação, tendo a mesma sido presidida pelo Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga.
A celebração teve lugar às 15h30, contando com a presença do pároco de Santo Adrião, o P.e Francisco Carreira, do Arcipreste de Vila Nova de Famalicão, o P.e Armindo Paulo Freitas, assim como de inúmeros sacerdotes e diáconos do Arciprestado e não só. Também o Presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, a Presidente da União de Freguesias de Famalicão e Calendário, Estela Veloso, demais entidades civis e centenas de fiéis quiseram presenciar este momento tão importante para a comunidade de Santo Adrião e também para todo o Arciprestado, dado a centralidade deste templo que se encontra, precisamente, no coração da cidade.
De salientar que a Igreja esteve encerrada para obras de restauro e recuperação desde o início de 2015, sendo que a viabilização desta intervenção se deve, em grande parte, ao movimento cívico “Eu sou Matriz”, criado, precisamente, para este efeito, que conseguiu mobilizar os famalicenses em torno desta causa, promovendo inúmeras iniciativas de angariação de fundos.
Durante a celebração o Arcebispo procedeu à sagração do novo altar, assim como à bênção das novas capelas que foram criadas no espaço anexo à Igreja, a Capela da Misericórdia, destinada à celebração do sacramento da Reconciliação, e a Capela da Esperança, para o velório da família junto dos seus defuntos.
Na homília proferida, D. Jorge Ortiga, evocando o novo altar, esculpido de modo a reflectir a passagem bíblica dos “discípulos de Emaús”, lembrou que “os cristãos devem sempre procurar ir mais além, caminhando norteados pela Palavra de Deus, rumo ao encontro com Jesus Cristos”, acrescentando que “é esse encontro que nos enche de uma renovada alegria e confere verdadeiro sentido à nossa vida”. Porém, o prelado frisou que “essa alegria não é para ser vivida como mera contemplação interior”, mas antes como “uma alegria que nos interpela a ser verdadeiras pedras vivas, edificadores comprometidos e empenhados da Igreja de Cristo Jesus”.
No final da Eucaristia, procedeu-se ao descerramento da placa comemorativa, seguindo-se depois um momento de convívio na praça junto à Igreja, onde foi servido um “Verde de honra” a todos os presentes.
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