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13 Nov 2016
Ano da misericórdia
Homilia no encerramento do Ano da Misericórdia.
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  © António Silva

Ano da misericórdia

O valor e o impacto dos eventos eclesiais só pode, em última circunstância, ser conhecido por Deus. Não temos modo de escutar o mais íntimo do coração das pessoas e de saber até que ponto a dinâmica eclesial as influenciaram. Jogamos na confiança e na consciência de termos feito o que Deus nos pediu. No âmbito da fé, situamo-nos sempre na lógica da semente que, uma vez deitada à terra, dará fruto a seu tempo. E, muitas vezes, nem é o próprio semeador quem colhe as sementes por si lançadas.

O Ano da Misericórdia foi, neste sentido, um dom para a Igreja. Permitiu-lhe abrir, a muita gente, as portas a Cristo e revelar o Seu rosto misericordioso. Este simples gesto foi o primeiro passo para que muitos se deixassem interpelar por Cristo e iniciar um caminho de conversão interior. Fomos chamados “a fixar o olhar na misericórdia” de Cristo “para nos tornarmos nós mesmos sinal eficaz do agir do Pai”.

Um dos frutos deste Ano da Misericórdia deve ser a real actuação do Concílio Vaticano II. Este Ano, como sabemos, assinalou o cinquentenário da sua conclusão. A razão é simples: sentir “a necessidade de manter vivo aquele acontecimento” para falar de Deus aos Homens do nosso tempo “de modo mais compreensível.” A Igreja já não se deveria considerar uma “cidadela privilegiada”, afirma a Misericordiae Vultus, protegida por muralhas históricas mas deveria anunciar o Evangelho de modo renovado. Importa “testemunhar com mais entusiasmo e convicção a fé”, vivendo no mundo como “sinal vivo do amor do Pai”. Disse o Papa Paulo VI, no discurso da última sessão do Concílio, que história do Concílio foi como a “antiga história do bom samaritano”, onde, “em vez de diagnósticos desalentadores, deram-se remédios cheios de esperança”, permitindo que a Igreja viva para “servir o homem, em todas as circunstâncias da sua vida, em todas as suas fraquezas, em todas as suas necessidades”.

 

Pode descarregar o PDF na íntegra abaixo.

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