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17 Dez 2015
Homilia na abertura do Jubileu da Misericórdia
A Eucaristia de abertura do Jubileu da Misericórdia decorreu na Sé Catedral, após a abertura da Porta do Sol.
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No dia em que o Jubileu Extraordinário da Misericórdia foi oficialmente inaugurado, o Arcebispo Primaz referiu-se ao Ano Santo como "um Ano de Graça e de Perdão em que a Misericórdia de Deus se faz carne e vida junto de nós".

D. Jorge Ortiga citou João Baptista, que aconselha todos a repartirem os bens com quem nada tem. As Obras de Misericórdia descritas em Mt 25 foram, também, recordadas pelo Arcebispo. “Tive fome e destes-me de comer, tive sede e destes-me de beber, era peregrino e recolhestes-me, estava nu e destes-me que vestir, adoeci e visitastes-me, estive na prisão e fostes ter comigo” (Mt 25, 35-36).

Estas obras, prosseguiu, espelham a misericórdia de Deus e são "a garantia indelével de que Deus está vivo e de que o bem triunfará sobre o mal".

O Arcebispo Primaz recordou a Bula Misericordiae Vultus — O rosto da misericórdia do Papa Francisco, sublinhando o facto de este ser um Jubileu Extraordinário e, por isso, "temático, não cronológico".

Perante uma Catedral repleta de fiéis, D. Jorge Ortiga apelou a todos que fossem "embaixadores da misericórdia de Deus". "Este Jubileu não pode ser reduzido à prática de algumas devoções ou ao cumprimento ritualista de sacramentos, visitas a igrejas, peregrinações, ou à mera preocupação pelas indulgências. Tudo isso é necessário, válido e desejável. Mas deverá ser feito com a nossa «carne», isto é, com todo o nosso ser aí presente", sublinhou.

A escolha da Porta do Sol como Porta Santa do Ano Jubilar também mereceu uma explicação: "Cristo, segundo o prólogo de S. João é «a Luz verdadeira, que, ao vir ao mundo, a todo o homem ilumina (Jo 1, 9)»". A Igreja é, por sua vez, a Lua que reflecte a luz do Sol. O prelado fez também referência à cristianização da festa pagã que reconhecia o dia da ressurreição do Senhor como o "dia do Sol".

Para o Arcebispo Primaz, atravessar a Porta do Sol simboliza atravessar o corpo de Cristo e, "comungando «o sangue e água» do seu lado aberto (cf. Jo 19, 34)", significa ser salvo "pela Sua bondade".

Pode ouvir aqui o áudio da homilia.

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