Arquidiocese de Braga -

2 junho 2014

PEREGRINAÇÃO ARQUIDIOCESANA AO SAMEIRO: ALGUNS TESTEMUNHOS

Fotografia

Elsa Alves, Pedro Lomba, Cláudia Silva e Manuel Ferreira Pinto foram alguns dos peregrinos que ontem rumaram ao Sameiro. O Diário do Minho recolheu os seus testemunhos.

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Acompanhada pelas duas filhas e pelo seu marido, Elsa Alves, residente em Braga, acompanhou o andor de Nossa Senhora do Sameiro desde a cidade até ao alto do monte. Ao chegar ao recinto do Santuário, interpelada pelo Diário do Minho, a devota confessou que, este ano, as intenções colocadas a Nossa Senhora incidiram no pedido de emprego para o seu marido e para que a Mãe de Deus velasse para que não faltasse a saúde à sua família e para si mesma. 

Pedro Lomba (na foto), residente na paróquia de Aveleda, confessou ter participado na Peregrinação Arquidiocesana ao Santuário de Nossa Senhora do Sameiro para «acompanhar a sua mãe». Todavia, não se tratou de uma participação “passiva”, já que o peregrino, que fez todo o percurso de cerca de 10 quilómetros a pé, salientou que ele próprio tem «muita» devoção a Nossa Senhora do Sameiro. Aproveitou para rezar «pelos filhos» e disse que tem sido atendido por Nossa Senhora.

Do centro da cidade de Braga, mais propriamente da paróquia de S. Vicente (que tem uma das mais belas igrejas barrocas da cidade), Cláudia Silva disse ao Diário do Minho que decidiu aderir à Peregrinação Arquidiocesana ao Santuário de Nossa Senhora do Sameiro porque queria pedir à Mãe de Deus «muita saúde e trabalho», para si e para toda a gente. «Venho sobretudo por devoção a Nossa Senhora», salientou, acrescentando que «é a fé» que a faz mexer e que a impele a aderir à peregrinação.

Manuel Ferreira Pinto é “um velho conhecido” de Nossa Senhora do Sameiro. «Venho cá porque gosto muito de cá vir», disse ao Diário do Minho, acrescentando que é algo que faz com muita regularidade. Ainda que tenha querido participar na Peregrinação Arquidiocesana, certo é que este devoto residente na paróquia de Cabreiros (Braga), frequenta o Santuário de Nossa Senhora do Sameiro «todos os domingos», justificando que o faz «pela Senhora e porque gosta muito do local».

DM 2 de Junho