Arquidiocese de Braga -

3 junho 2014

ARCIPRESTADO DE FAFE ENCERROU ENCONTRO DE COROS DO SAMEIRO

Fotografia

No passado Domingo da Ascenção esteve no Sameiro o último grupo de coros que apresentou algum do seu repertório e solenizaram os atos litúrgicos da tarde. Foram os coros de Antime, de Fornelos/Medelo, de S. Gens e Infanto.-Juvenil de Vinhós, todos do arci

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No passado Domingo da Ascenção esteve no Sameiro o último grupo de coros que apresentou algum do seu repertório e solenizaram os atos litúrgicos da tarde. Foram os coros de Antime, de Fornelos/Medelo, de S. Gens e Infanto.-Juvenil de Vinhós, todos do arciprestado de Fafe.

Participaram neste terceiro encontro no Sameiro 14 grupos corais distribuidos pelos arciprestados de Fafe (4), Barcelos (3), Guimarães (2), Famalicão (3) e Braga (2). As obras executadas saíram da criatividade de 15 compositores sendo quatro bracarenses os mais preferidos, a saber: M. Faria, S. Marques, M. Borda e B. Salgado.

«Todos, no seu conjunto e em cada elemento, são merecedores do reconhecimento público, sobretudo das comunidades que dinamizam, pelo tempo que dedicam aos ensaios e pelos sacrifícios que estes causam. É, no entanto, visível a satisfação com que participam nestes encontros e o amor que dedicam à boa música coral (litúrgica)»,  refere em comunicado o responsável pelo encontro António Costa Gomes.

«O instrumento predominante, para além da voz, foi o órgão. Apareceram outros clássicos, muito bem enquadrados e com intervenções adequadas. Surgiu, também, uma viola muito bem dedilhada, discreta e harmoniosa. O jovem tinha escola e fez o seu trabalho de casa. Como seria bom se os tocadores de viola nas nossas igrejas o fizessem só depois de estudar e de saber tocá-la como se de uma “harpa ou cítara” se tratasse»,  declarou o mesmo responsável.

Salienta-se a satisfação pela participação, nestes encontros, de mais um coral, o de Aborim. «Foi um exemplo digno de ser seguido por outros coros paroquiais que, sabemos, ainda são fiéis aos mestres que nos precederam e deixaram um imenso repertório de música litúrgica que continua a enriquecer o património da música sacra bracarense», frisou António Costa Gomes.

Agradecendo a «amabilidade» da Confraria de Nossa Senhora do Sameiro pela recetividade à realização dos encontros na Basílica, com os constrangimentos que estas movimentações sempre provocam. No primeiro domingo de julho, lembra, a confraria, através dos coros de Ribeirão (Famalicão) e Maximinos (Braga), promove uma homenagem ao sacerdote e compositor padre Henrique Faria, recentemente falecido, executando somente obras compostas por este sacerdote.

Por último, são feitos três pedidos: Que nas celebrações se cante música de qualidade (aprovada) e se toquem instrumentos próprios da nossa cultura e com alguma “mestria”; Que nestes encontros se inscrevam outros coros mesmo que algum dos “veteranos” tenham de fazer uma pausa; Que daqui a um ano, todos estejamos presentes para apreciar este “crescimento” que a Igreja pede e que tanto deseja.

DM, 2 de Junho de 2014