Arquidiocese de Braga -

24 fevereiro 2015

"É imperativo viver a Fé nas obras de caridade"

Fotografia DACS

Mensagem foi deixada aos elementos dos Conselhos Económicos, às Confrarias e Comissões de Festa das diferentes comunidades do Arciprestado de Vila Nova de Famalicão.

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É imperativo “viver a Fé nas obras de Caridade”. Esta foi a mensagem central deixada aos elementos dos Conselhos Económicos, às Confrarias e Comissões de Festa das diferentes comunidades do Arciprestado de V. N. Famalicão no encontro de formação promovido pelo Arciprestado em colaboração com a Arquidiocese de Braga. O encontro decorreu no Sábado, dia 21 de Fevereiro, às 21h15, no Centro Pastoral de Vila Nova de Famalicão.

Depois da oração inicial e das palavras de acolhimento feitas pelo Padre Paulino Carvalho, Arcipreste de V. N. Famalicão, os presentes assistiram a um vídeo preparado pela Arquidiocese para a formação dos destinatários do encontro, num sinal da comunhão que se pretende a todos os níveis, nomeadamente entre as comunidades e a Diocese. O o vídeo apresentou uma conversa protagonizada por D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz, o Cónego José Paulo Abreu, Vigário Geral, e Mário Paulo, Assessor Financeiro da Arquidiocese, sobre o papel e a missão dos Conselhos Económicos, Confrarias e Comissões de Festa nas respectivas comunidades, à luz da temática de fundo do ano pastoral, a Fé Vivida. 

Assim, e porque a Fé se vive no amor, D. Jorge Ortiga começou por enfatizar a importância de "reaprender a gramática da Caridade", apontando como caminho a seguir o "itinerário das Obras de Misericórdia". O prelado referiu ainda a necessidade de cultivar "o cuidado de estar com os outros, no amor e na caridade", salientando que se deve fazer o bem aos outros como  ao próprio Jesus Cristo. Por sua vez, o Cónego José Paulo Abreu lembrou que o fundo paroquial, gerido pelos Conselhos Económicos, "deve também destinar-se à Caridade", devendo a paróquia “gerar bens destinados ao socorro dos que mais sofrem”. 

Antes da oração final que fechou o encontro, tomou novamente a palavra o Arcipreste de V. N. Famalicão, que relembrou a importância da "promoção da comunhão com o pároco e com todos", sublinhando que "é necessário combater e vencer a indiferença no exercício da missão confiada a cada um". O Padre Paulino evocou ainda o documento "Convocados para a Missão", publicado pela Arquidiocese, como uma proposta de "importante dinâmica a seguir pelas paróquias".