Arquidiocese de Braga -
4 março 2026
Exposição na Torre Medieval destaca o caminho entre fé e luz
Museu Pio XII
O Museu Pio XII inaugura neste sábado, dia 7 de março, a exposição de pintura intitulada “Lux et Fides”, da artista Teresa Vilar. A exposição terá lugar na Torre Medieval
A exposição "Lux et Fides" será a primeira de uma trilogia expositiva que explora a Luz, seja pela expressão plástica e estética, seja como metáfora para algo mais.
Sinopse
“A Fé, como a Luz, é Caminho.
E neste percurso ascendente, de que a Torre é Farol, a
cada novo degrau se acrescenta uma Reflexão.
E em cada quadro se abre uma janela para paisagens
interiores, emocionais, criando novas oportunidade
para um Renascer.
Os momentos de contemplação cromática, inspirados na
Natureza, substituem-se à pedra fria das paredes,
renovando a Esperança.
E por fim, espera-se, alcançarão a Luz...”
Biografia | Síntese do currículo artístico de Teresa Vilar
Teresa Vilar, nascida em Braga, 1953. Licenciada em Design / Artes Gráficas pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto em 1989.
Durante mais de 38 anos dedicou-se ao Ensino em áreas de Expressão Plástica do 2.o e 3o ciclos, desenvolvendo produções gráficas e projetos artísticos experimentais, tanto a título individual como no contexto da vivência da comunidade escolar e/ ou em colaboração com outros artistas.
Realizou a primeira exposição individual em 1986 no antigo Hotel Turismo, em Braga e, desde então, participa em Exposições, individuais e coletivas, e Eventos de Arte, em solo ibérico. Está representada em coleções particulares um pouco por todo o mundo (Portugal, Espanha, França, Itália, Países Baixos, Alemanha, Reino Unido, Suécia, Brasil e Estados Unidos da América).
Depois de um interregno na realização de exposições individuais durante o período de pandemia, foi gradualmente retomando a participação em eventos coletivos, sobretudo promovidos por associações artísticas da quais faz parte, e em especial com a Magenta – Associação dos Artistas pela Arte (Figueira da Foz). Retomou as exposições individuais com "Interações Cromáticas", em Aveiro (terra que serviu de inspiração para muitas das suas obras), iniciada por ocasião da Capital Portuguesa da Cultura 2024 e que se prolongou até ao final do ano de 2025.
Enquanto artista bracarense está entusiasmada com o regresso à sua cidade, onde já expôs no Centro de Exposições Cónego Cândido Pedrosa na Estância do Bom Jesus (2010, “Pinturas de estilos”), por duas vezes na Casa dos Crivos (2010, “Subtilezas da pintura”; e 2014, “Para além do horizonte”), no extinto Space Feng Shui (2012, “Suspiros Suspensos”), no Estúdio 22 (2012, “Num sopro de inspiração”) e participou no âmbito de exposições coletivas de cariz solidário na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva (2011, “AMIarte: Juntos na solidariedade”) e na Galeria da CMB no GNRation (2015, “Huntington no GNRation”).
A sua pintura passou por diversas fases e técnicas, com um período inicial de aguarelas e pintura a óleo, mais tarde experiências em vidro frio e técnica de encáustica, e desde sempre e especialmente agora, com acrílico sobre tela e/ou técnicas mistas, demonstrando preferência por trabalhos em grandes formatos. Expressa-se com frequência sob um registo essencialmente abstrato, que explora fortemente a cor e efeitos de simulação textural.
Encontra a Felicidade na partilha de emoções pela Arte, através de um universo pictórico que cria com a energia, criatividade e generosidade que a caraterizam como pessoa desde sempre.
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