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DM | 5 Dez 2022
D. Delfim Gomes foi ordenado este domingo
Ordenação Episcopal de D. Delfim Jorge Esteves Gomes, Titular de Dume e Bispo Auxiliar de Braga, decorreu na Catedral de Bragança
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  © Avelino Lima

A Catedral de Bragança encheu-se, este domingo, para a ordenação episcopal de D. Delfim Jorge Esteves Gomes, Titular de Dume e Bispo Auxiliar de Braga. A cerimónia foi presidida por D. José Cordeiro, Arcebispo Metropolita de Braga, e concelebrada por dezenas de bispos de Portugal e da Galiza, bem como centenas de sacerdotes.

D. Delfim Gomes assumiu um episcopado focado na doação e no serviço, inspirado em São Francisco de Assis e S. Frei Bartolomeu dos Mártires.

Com o lema “É dando que se recebe”, com base no oração atribuída a S. Francisco de Assis, D. Delfim Gomes, de 60 anos de idade, especialista em questões sociais e admirador de S. Francisco, pretende um episcopado de serviço à Igreja e à comunidade bracarense.

Para além de S. Francisco de Assis, D. Delfim inspira-se também em S. Frei Bartolomeu dos Mártires, um precursor na formação dos padres e missionários, dentro e fora do país.

Na sua homilia, D. José Cordeiro tratou D. Delfim como “caríssimo irmão”, lembrando-o que se trata de um “desafio imenso". Contudo, confia que “Deus é infinitamente maior! O lema que escolhestes, inspirado em São Francisco de Assis, o peregrino da fraternidade universal – é dando que se recebe – relembra o Apóstolo Paulo: «que tens tu que não hajas recebido? E, se o recebeste, porque te glorias como se não o tivesses recebido?»”, apontou. E

O Arcebispo de Braga dirigiu-se ao recém-ordenado Bispo Auxiliar de Braga e Titular de Dume nestes termos: “na proximidade paterna, fraterna, pastoral e amiga, doa-te a todos quantos Deus confia ao teu cuidado: os presbíteros, os diáconos, as pessoas consagradas, os seminaristas, os ministérios laicais, as famílias, os jovens e os mais velhos, os pobres, os doentes, os migrantes, os reclusos, os refugiados e quem mais precisa da compaixão, ternura e misericórdia”.


Bispo é sobretudo um servidor
D. José Cordeiro apontou algumas das missões do Bispo, lembrando que é, sobretudo, um servidor do Evangelho da Esperança, pela palavra, pelo testemunho de vida, pelos sacramentos, pelo governo pastoral, que conduzirá a todos à unidade da caridade. Tamanho mistério, onde o ministério é graça, converge no gesto sacramental da imposição das mãos feita só pelos Bispos, enquanto todos guardam silêncio e rezam no seu coração para a descida do Espírito supremo.

O Arcebispo de Braga considerou «oportuno» recordar o Santo Arcebispo Bartolomeu dos Mártires que dizia: «três coisas se requerem no prelado: 1.ª – pureza de intenção, que consiste nisto: desejar mais servir que presidir; procurar em tudo não a honra, não a própria comodidade, mas a pura vontade de Deus e a salvação das almas; 2.ª – conversação santa e irrepreensível, para que de nenhum modo se possa objetar-lhe: médico, cura-te a ti mesmo; 3.ª – humildade interior e sincera, para que não presuma interiormente ou se glorie da própria santidade, como usurpador e ladrão da glória que só a Deus é devida, em quem deve confiar e de quem deve depender».

D. José Cordeiro referiu-se ao azeite de oliveira, que está nas insígnias de D. Delfim, para reforçar a sua simbologia, esperando e confiando-o à Misericórdia de Deus.

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