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DM - Jorge Oliveira | 27 Nov 2023
Arquidiocese de Braga institui 140 novos Ministros Extraordinários da Comunhão
MECs foram apresentados nas comunidades no domingo
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  © DM

Depois de dois dias de formação inicial, em modo online e presencial, 140 novos Ministros Extraordinários da Comunhão (MEC) da Arquidiocese de Braga começaram a ser apresentados nas suas comunidades paroquiais, a partir deste domingo, dia 26 de novembro, para exercerem o seu ministério no próximo Ano Litúrgico e Pastoral, que inicia no próximo domingo, dia 3 de dezembro.

A formação presencial do novos MEC teve lugar no Auditório Vita, em Braga, e culminou com o rito de nomeação dos novos MEC, os quais vão servir nos vários arciprestados e comunidades da Arquidiocese juntamente com os Ministros Extraordinários da Comunhão que já existem.

Na abertura do encontro, o diretor do Departamento Arquidiocesano para a Liturgia, o padre Rui Sousa, explicou que esta jornada de formação intensiva teve como propósito "ajudar a redescobrir a beleza e a responsabilidade deste Ministério" da Igreja Católica. Lembrou que o MEC é um servidor "magnífico" e "cheio de graça" chamado por Deus para servir a Comunhão aos fiéis e "ser sobretudo elo de comunhão".

"Nesta Igreja sinodal e samaritana precisámos e sentimos que a ministerialidade, ou seja o serviço nos vários âmbitos da Igreja, é importante para constituir este caminho em conjunto e, portanto, os MEC são elos fundamentais numa comunidade cristã para gerar comunhão e para estar ao serviço nas ocasiões em que são necessários. São símbolos, ícones também daquilo que é a comunhão que se gera da comunidade e, por isso, também são ícones de sinodalidade, em conjunto com os seus párocos, com os capelães, com os reitores dos santuários, com os responsáveis das comunidades que os apresentam", acrescentou.

A formação presencial, ontem, iniciou com uma palestra do padre Marcelino Ferreira, vice-arcipreste de Braga, que fez uma reflexão centrada no tema “A Palavra de Deus na celebração e na vida do MEC”.

O sacerdote desafiou os Ministros Extraordinários da Comunhão a viverem e a alimentarem-se quotidianamente da Palavra de Deus para depois a poderem levar aos outros.

Lembrou que ao MEC compete "levar Deus às pessoas e tornar Deus presente nas suas vidas" e que essa missão só pode ser cumprida se a Palavra de Deus fizer parte da vida de cada um no seu dia a dia.

Neste contexto, o padre Marcelino Ferreira convidou os MEC a adquirirem o hábito da leitura da Bíblia, até porque, no seu entender, a Lectio Divina (leitura orante da Palavra de Deus) "é o melhor modo de oração".

"Tudo começa na oração e meditação", sublinhou o sacerdote, acrescentando que a Sagrada Escritura é a fonte da evangelização.   

"Toda a evangelização está fundada sobre esta Palavra, escutada, meditada, celebrada e testemunhada", reforçou o padre Marcelino Ferreira, citando o Papa Francisco (exortação apostólica “A Alegria do Evangelho”, 174).

O sacerdote explicou que a missão dos MEC, como o próprio nome indica, "é extraordinária" e tem uma temporalidade que pode ser renovada.

Estes 140 novos MEC foram nomeados pelo Arcebispo Metropolita de Braga por um período de três anos. Depois destes dois dias de formação inicial (sexta-feira foi online), a formação continuará ao longo da caminhada dos MEC, anualmente, em cada um dos Arciprestados. Ao fim dos três anos poderão ser reconduzidos no Ministério. 

O Departamento Arquidiocesano para a Liturgia, que integra duas equipas – a de Pastoral Litúrgica e a de Serviços de Ministérios Litúrgicos – é o organismo responsável pela formação dos MEC. 

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